Ministra Damares: O empoderamento que dá resultado

A mulher empoderada. Mil vezes Damares!!!

O que a série RMB (reunião ministerial do Bolsonaro) nos mostrou de fato? Uma mulher de fibra, braba, ativista, batalhadora, fala grossa, sem rodeios e trejeitos. Em uma confraria masculina na essência foi o tom feminino mais forte a ser ouvido!

Em poucas palavras defendeu homens, mulheres, homos, heteros, pretos, brancos, cristãos e ateus, sem precisar vitimizar nenhum ser humano para proteger suas liberdades.

Eta ministra arretada! Mostrou que quem faz mal uso do dinheiro público, quem abusa da sua autoridade, quem menospreza os direitos individuais tem que ser presos. Quer mais justiça que biografia!

Ministra Damares é o contra ponto de que um mulher precisa ser fragilizada para virar narrativa, precisa ser violentada para virar campanha ou precisa ser morta pra virar nome de uma lei. Fez da sua história motivação pra luta!

Mulher precisa ser forte, altiva, terrivelmente independente, sem perder a essência da sua natureza.

Enquadrar o machismo estrutural das feministas culturais é uma batalha muito maior que combater machos escrotos que abusam da sua força.

Um tem o cinismo intelectual como arma e isso ainda não é crime passível de punição. O outro é defendido exatamente por essas ativistas que vitimizam bandido.

Por mais Damares e menos Youngs. A demagogia da arte como sentimento feminista não protege as milhares de mulheres que clamam por socorro, mas o grito de uma guerreira na ponta da batalha estremece os covardes de plantão.

Avante ministra, no reino do “tal misógino” é mulher que canta de galo e desmascara heróis em decomposição.

Por: Luciano Benevides

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