Duas operações da PF: Narrativas distintas

E o mundo da lacrolândia ataca novamente. Como é bom discorrer pela timeline e encontrar pessoas tecnicamente sábias, esclarecidas, ditas isentas, mas que não conseguem esconder seu viés ideológico e travestem o ímpeto da intelectualidade seletiva.

A narrativa de ontem era “A PF do Bolsonaro avança sobre seus inimigos”, como numa sintonia uníssona, os micos midiáticos adestrados repetiam a mesma retórica. Até a extremamente infantil deputada Carla Zambelli, a que não precisa de inimigo para promover auto ataque, foi alvo dessa indústria.

Pois bem a “Operação placebo” que bateu a porta do governador “Austin Witzel” em nada teve de caráter sigiloso. Estava previsto e pré determinado pelo responsável do inquérito, o STJ, e com motivação do próprio MPRJ. Absolutamente nada de ilegal e com provas robustas presentes aos autos, inclusive prisão do lobista do Palácio das Laranjeiras.

Aí hoje a Polícia Federal mais uma vez cumprindo determinação judicial, deflagra operações das fake news em apoiadores do governo Bolsonaro. Óbvio que a lacrosfera mudaria o discurso em apoio ao magistrado e teor da investigação.

Fato é que, a tal operação orquestrada por Alexandre o que se acha grande, é feita sem motivação do MPF, com processo arquivado na PGR e sem menor indício provas. Apenas desejo do egrégio ministro!

Esse mesmo Alexandre não só abriu o processo, como determinou a equipe da PF que trabalharia no caso, bem como seriam as fases de investigação.

Esse mesmo ser supremo que em decisão monocrática impediu nomeação de cunho restrito do executivo, que respeitava todos requisitos legais, por SUPOSTAMENTE haver vício de amizade entre o nomeado e a autoridade constituída.

Quem interfere de fato na polícia federal? Quem escolhe inclusive equipe de investigadores? Quem tem sobre o poder da sua caneta a movimentação funcional?

Claro que tudo isso é relevante no mundo dos ISENTOCINISTAS, dos intelectuais seletivos, dos relativistas da oposição orquestrada. Daqueles que acham absurdo manifestação espontânea contra os desmandos do STF e seu aparelhamento político.

O pensamento contrário é salutar em qualquer democracia, mas não a desonestidade intelectual. Aliás é tão prejudicial quanto aqueles declarados opositores, pois são narrativas obscuras, vazias e nada instrutivas.

Talvez dai tenha nascido a alcunha do gado, pois mugem igual, vivem num curral e pastando o capim que lhes são oferecidos, ou seja, “acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é”. Típico bovinos da lacrolândia!

Por: Luciano Benevides

CB Notícias, em um segundo tudo pode mudar!